Homem furta mulher morta no cemitério, dá banho e faz ‘viagem’

Um polícia reformado, de 57 anos, é o principal suspeito de ter furtado o corpo da antiga companheira do cemitério Dois Irmãos do Buriti, no Brasil. Rosilei Potronieli, de 37 anos, morreu esfaqueada após uma discussão com um homem num bar.

Ele e a vítima tiveram, entre idas e vindas, um relacionamento de 20 anos. Segundo o G1, a polícia aguarda que ele se apresente até o final do dia desta sexta-feira (15).

Conforme a delegada, o suspeito tinha um histórico de violência doméstica com a vítima, com boletins de ocorrência registrados por ela desde 2011, inclusive por estupro. No entendimento de Nelly Macedo, o fato dele ter ameaçado a vítima e seu atual namorado, somado ao comportamento dele com Rosilei, são indícios suficientes para torná-lo suspeito de furtar o corpo.

Segundo avança o jornal brasileiro G1, o homem era “obcecado” pela ex-mulher e roubou o corpo para se sentir mais perto dela. De acordo com as declarações do advogado, o cliente é “esquizofrénico” e voltou a enterrar o corpo da mulher junto à residência para poder realizar um funeral privado. 

“Ele disse-me que viu os estragos que aquele homem [o assassino] fez no seu amor. Além de assumir que estava com o corpo, ele mostrava-se obcecado em tê-la a toda a hora. Estava determinado a ficar com o corpo para si.”

Rosilei Potronieli e o suspeito mantiveram um relacionamento de cerca de 20 anos, mas na altura da morte estavam separados e o antigo polícia estava preso por ter ameaçado a mulher e o novo companheiro. 

Entretanto, o cadáver já foi devolvido à família que vai voltar a fazer o funeral. O advogado de defesa garante que o suspeito se vai entregar às autoridades na terça-feira, dia 19 de fevereiro. O homem poderá ser condenado a uma pena de prisão entre três a cinco anos.

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