Gregório Duvivier chama Moro de ‘juizeco’ e ministro dá a melhor resposta

O ex-juiz e ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi ao Twitter na tarde do último domingo (5) rebater críticas do comediante Gregório Duvivier: “bem, penso que as declarações de baixo nível falam mais sobre o ofensor do que sobre mim”.

Recentemente, o humorista Gregório Duvivier divulgou críticas contra o agora Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro. Neste domingo,  5 de maio, o ex-juiz federal da Lava Jato decidiu dar o troco no comediante e, como diriam, a vingança é um prato que se come frio. 

Com muita classe e de maneira brilhante, o ministro respondeu ao comentário de Duvivier, quando esse o chamou de “juizeco”. No texto, Sérgio chama Duvivier de “suposto comediante”.  Ele lembra que os comentários foram feitos durante o evento ‘Lula Livre’, que pedia a liberdade do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. 

Reporto-me a mensagens sugerindo providências contra declarações ofensivas contra mim exaradas por suposto comediante em um evento político-partidário ‘Lula livre’. Bem, penso que as declarações de baixo nível falam mais sobre o ofensor do que sobre mim“, postou em sua conta do Twitter.

Em seguida, o ex-juiz federal lembra que por estar em um posto alto do governo é normal que, muitas vezes, as críticas possam ser ácidas, mas que devem ficar no limite do respeito. Sérgio Moro diz ainda ser contra a censura, mas lembrou que tinha o direito de dar uma resposta diante do caso e foi isso o que fez em comentários publicados na sua rede social.

“A resposta às críticas injustas da imprensa ou das redes sociais não pode jamais ser a censura ou o controle da palavra. Deve ser o aprofundamento do debate, o livre intercâmbio da idéias. O esclarecimento e não o silêncio“, escreveu o ex-juiz da Lava Jato, recebendo bastante mensagens positivas em sua página. 

Moro ainda criticou as ameaças que tem recebido. “Claro, tal liberdade não abrange ameaças. Não significa também que concordo com excessos ou ofensas a quem quer que seja, mas apenas que, para essas, não acredito que o remédio seja a censura”, disse o Ministro de Bolsonaro. 

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